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12 de abril de 2010

Mau hálito: possíveis causas e como agir

O hálito forte em cães e gatos pode ser desencadeado por diversas doenças. As mais comuns são a gengivite, associada ao tártaro, gastrite e insuficiência renal. A gengivite é um processo inflamatório na gengiva, muitas vezes desencadeado pelo tártaro. Por ser uma placa bacteriana, o tártaro pode provocar, além do mau hálito, dor intensa, e o animal pode apresentar falta de apetite ou evitar alimentos rígidos. Os dentes podem sofrer fraturas e também haver a formação de abscessos dentários.

Além disso, estas bactérias formadoras de placa podem entrar na corrente sanguínea e causar infecções cardíacas, hepáticas, renais e articulares. Comida caseira, doces, chocolate e outras guloseimas destinadas à alimentação humana podem ficar acumulados nos dentes e desencadear a formação da placa. Para prevenção, recomenda-se que o animal seja alimentado unicamente com ração, que seja submetido à escovação dental diária ou no mínimo três vezes por semana com escova e creme dental veterinário. Biscoitos, ossos e palitos veterinários específicos também podem ser utilizados para auxiliar a higiene bucal dos cães e gatos.

A gastrite em animais pode ser desencadeada por hábitos alimentares errados, ingestão de alimentos deteriorados, infecção bacteriana e algumas doenças virais. Nestes casos, além do mau hálito, o animal pode apresentar outros sintomas, como vômito e diarréia.

A insuficiência renal pode provocar um aumento nos níveis de uréia, o que desencadeia um hálito urêmico e odor bastante forte. Animais idosos, portadores de Calazar ou outras infecções, podem apresentar alterações renais severas e rapidamente virem a óbito.

A melhor escolha é procurar ajuda urgente de um médico veterinário para que seja avaliada a causa do mau hálito do animal, a fim de que o cão receba o tratamento adequado. Médica Veterinária e Professora da disciplina de Doenças Infecciosas Veterinárias - Favet – Uece

Annice Aquino Cortez
Fonte: Plugpet

17 de fevereiro de 2010

Saiba como emagrecer o cachorro "gordinho" e mantê-lo saudável, disposto e cheio de energia

Quem gosta de ver um cachorro cansado e encostado pelos cantos? O motivo do desânimo do seu melhor amigo pode ser a alimentação inadequada. Um pãozinho com manteiga no café, uma lasquinha de bife no almoço, aquelas bolachinhas na hora do lanche...
A quantidade e a qualidade dos alimentos que o cão ingere é decisiva para o comportamento do animal --e, consequentemente, para a qualidade do relacionamento com o dono.
Aprender a alimentar corretamente o cachorro --para deixá-lo sempre disposto, saudável e cheio de energia-- é o que ensina o livro "Cachorro Magro", da Panda Books, à venda no site da Livraria da Folha.
Deixar muita água disponível ao animal, conferir se o cão está ingerindo a quantidade recomendada de ração e evitar alimentá-lo quando você e outras pessoas da casa estão comendo são algumas das "regrinhas de ouro" para manter o cão saudável e sem excesso de peso.
Leia abaixo capítulo do livro que apresenta em detalhes estas e outras recomendações para manter o cão sempre bem alimentado e disposto.
*
Como chegar lá
Elaborando um plano de emagrecimento de acordo com o estilo de vida do animal
Por mais difícil que seja a meta, nada de sacrifícios. Tenha sempre em mente que a energia fornecida por meio da alimentação deve compensar exatamente as necessidades fisiológicas do cachorro, como crescimento, gestação e lactação, além de atividades físicas, como caça, pastoreio e esportes. Um plano alimentar precisa levar em conta o estilo de vida do dono e do animal. Assim, se é um cachorro de apartamento - que raramente sai para passear e dorme boa parte do tempo, gasta menos energia e, por isso, deve comer menos -, qualquer petisco a mais irá engordá-lo.
Ao contrário de gatos, que são descendentes de carnívoros, cachorros são animais onívoros, ou seja, se alimentam de substâncias vegetais e animais, encontradas na comida caseira, em frutas, legumes e carnes. Eles obtêm a maior parte de sua energia a partir dos carboidratos. Nas comidas caninas industrializadas, os carboidratos vêm dos cereais e legumes.
Só o veterinário pode determinar quantos quilos o cão deve perder e a duração da dieta. Mas, em média, podem ser necessárias de oito a 14 semanas para chegar ao peso predefinido. Se os quilos a perder são muitos, é provável que se tenham de cumprir metas progressivas, até chegar ao peso ideal. E, depois de atingir o objetivo, seria melhor complementar o trabalho com um programa de dieta preventiva e exercícios para manter o novo peso.
A regra da boa forma para os humanos também vale para os cães: em vez de passar fome durante alguns dias para perder peso e exibir a nova silhueta rapidamente, o mais indicado é manter uma alimentação saudável e fazer exercícios regularmente durante o ano inteiro. Os cães obesos não sabem de sua condição, digamos, esteticamente desprivilegiada, mas seus donos podem ajudá-los a recuperar a forma seguindo algumas regrinhas de ouro:
  • Deixar sempre muita água limpa e fresca disponível ao animal. Se for preciso, encoraje-o a bebê-la, especialmente quando estiver praticando exercícios, para prevenir um superaquecimento.
  • Se o cão está mesmo gordinho e um veterinário já tiver sido consultado, reduza a alimentação gradualmente, dia a dia, e ofereça rações, ou comida caseira, de baixa caloria.
  • Esteja sempre atento à quantidade recomendada de ração. Não pense que um pouquinho a mais não fará diferença.
  • Quem tem mais de um cão deve verificar se um deles não está "roubando" a comida dos outros. Nesse caso, o ideal é alimentar cães acima do peso na mesma hora em que se alimenta os outros, para prevenir que roubem a comida de seus companheiros mais magros.
  • Faça com que seu cão pare de pedir comida quando você e outras pessoas da casa estão comendo: alimente-o antes de todos comerem e mantenha-o fora do ambiente durante a refeição.
  • Estabeleça horários fixos para oferecer ração ou comida caseira. O importante é que, em qualquer horário, o alimento fique disponível por um período curto de tempo - por exemplo, 30 minutos no início da adaptação e 15 minutos após o animal adquirir o hábito. Depois desse tempo, mesmo que o cão não tenha comido, retire o alimento e o forneça apenas na próxima refeição. Em poucos dias, ele perceberá que tem apenas um determinado tempo para se alimentar, e comerá assim que for servido. De quebra, comerá a quantidade recomendada de ração.
  • Para ter sucesso absoluto, se você mora com outras pessoas, repasse essas recomendações.
Um passo importante é acostumar o animal a comer várias vezes por dia. Em vez de dar, por exemplo, 300 gramas de uma só vez, forneça três refeições de 100 gramas cada. Fracionar a comida, um hábito cada vez mais adotado pelos humanos que buscam saúde, acelera o metabolismo e, conseqüentemente, emagrece. Além do que, o bicho terá a sensação de estar saciado por mais tempo. Se é dono de um cão, provavelmente sabe que ele pode comer o que precisa para 24 horas numa única refeição, em poucos minutos. O ideal é dividir essa mesma quantidade em duas porções: uma para a manhã, outra para a noite. Na embalagem da ração, deve haver indicações sobre a porção diária para cada faixa de peso, porte e idade do cão. Se quiser seguir a receita fracionada, a tabela a seguir pode ajudá-lo a planejar a alimentação do seu amigo de quatro patas. Mas não se esqueça de sempre consultar o veterinário.
De orelha em pé:
Mais de 80% dos proprietários de cães e gatos que optaram por alimentá-los só com alimento industrializado não controlam a quantidade oferecida desse alimento. Faça parte da minoria!
QUANTIDADE DE REFEIÇÕES POR DIA
- Pequeno porte
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 4
9 a 12 meses: 3
Acima de 12 meses: 2
- Médio porte
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 4
9 a 12 meses: 3
Acima de 12 meses: 1 ou 2
- Grande porte
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 3
9 a 12 meses: 2
Acima de 12 meses: 2
- Gigante
Até 6 meses: 4
6 a 9 meses: 3
9 a 12 meses: 2
Acima de 12 meses: 2
Dica: Preste sempre atenção nas quantidades de ração recomendadas pelo fabricante. Muitas vezes, só o ato de reduzir a quantidade diária já é suficiente. Em outros casos, mudar para uma ração light é uma solução mais eficiente. Normalmente, é mais fácil servir as quantidades normais de uma dieta com poucas calorias do que dar quantidades menores da dieta habitual. Dessa forma, seu cão também não sentirá tanta fome.
Fonte.: Publifolha

4 de fevereiro de 2010

Como funcionam as viagens de avião com animais de estimação

por Libby Little - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução a Como funcionam as viagens de avião com animais de estimação

A sua melhor amiga a convidou para visitá-la por duas semanas e você não a vê há anos. Ela até mesmo se ofereceu para pagar sua passagem de avião, então o que está te impedindo? O seu cachorro. Mesmo depois de sua amiga ter inclusive convidado o seu animalzinho, você ainda se pergunta – Como é que eu vou fazer para levá-lo?
Praticamente todos nós ouvimos a notícia de um gatinho que de alguma maneira escapou do compartimento de bagagem de um 747, mas como funciona quando o seu animal de estimação quer ir junto com você – no seu colo?
E se o seu animal de estimação for um papagaio-cinza africano? Ou um coelho? Ou um macaco? Ou um cão-guia? Ou talvez um peixe tropical? Certamente isso não vai funcionar…. Errado.
Até mesmo sob essas circunstâncias você pode viajar com o seu animal de estimação, desde que siga as condições estipuladas pelas empresas aéreas. Viagens de avião para animais de estimação podem dar muito certo e cada vez mais as companhias aéreas estão se dando conta da importância que é oferecer esse tipo de serviço aos seus clientes.
Todo ano, milhares de pessoas voam para locais espalhados no mundo todo com uma variedade enorme de animais à tiracolo. Mesmo vivendo um momento de incerteza na economia, nós ainda amamos nossos animais. E queremos levá-los junto com a gente nas férias.
Neste artigo veremos como garantir que o voo seja seguro para o seu animal de estimação. Daremos uma olhada na documentação exigida, regulamento das empresas aéreas, a diferença entre viajar com animais que auxiliam pessoas com algum tipo de deficiência (como cães-guia) ou simplesmente animais de estimação, além de checar as regras específicas para as diferentes raças de cães.
  
Documentos necessários para viajar com animais de estimação

O pior pesadelo que pode acontecer com quem viaja de avião é chegar ao aeroporto, fazer o check-in e perceber que não trouxe toda a documentação necessária. As mesmas regras se aplicam aos animais.
Nada de documentos significa... nada de voo. Nos Estados Unidos, por exemplo, cada Estado tem a sua própria regulamentação sobre quais os tipos de animais de estimação que podem desembarcar [fonte: ODA - em inglês]. Os documentos mais exigidos pelas empresas aéreas são:
- comprovante de vacinação contra raiva: a raiva é uma doença grave que pode comprometer não só os animais como também os seres humanos. Esta vacina é obrigatória para animais com mais de três meses de idade e deve ter sido aplicada há mais de trinta dias e menos de um ano antes da viagem. As seguintes informações também devem constar na carteira de vacinação: nome do laboratório, fabricante da vacina, data de aplicação e validade e principalmente a assinatura do médico veterinário.
- certificado de inspeção veterinária: também conhecido como atestado de saúde. Este é um documento assinado por um médico veterinário (que deverá ter registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária) e que atesta que o animal foi examinado e que o mesmo não está doente. Esse atestado tem que ser emitido no máximo dez dias antes da viagem.


viagens de avião com animais
© istockphoto.com / Tatiana Popova
Para poder embarcar é preciso apresentar o atestado de saúde do cão

- certificado de aclimatação: este documento apresenta a regulamentação sobre extremos de temperatura – muito quente ou muito frio. Animais que não estão acostumados ao frio extremo podem ser prejudicados enquanto esperam para ser colocados no compartimento de bagagens do avião ou até mesmo dentro do avião. Contate a empresa aérea e verifique se é necessário levar esse tipo de certificado [fonte: LoGiudice, Delta - em inglês].
A grande maioria das empresas possui restrições de temperatura que foram estabelecidas para garantir que os animais não sejam expostos ao calor ou frio extremos. Na American Airlines, por exemplo, os animais não são aceitos quando a temperatura estiver acima de 29,5º C em qualquer ponto do itinerário bem como quando a temperatura estiver abaixo de 7º C em terra [fonte – American Airlines - em inglês].
Outras empresas ainda exigem que o dono dos animal também apresente documento de que o animal está alimentado (comida e água foram oferecidas ao animal antes do vôo), instruções para os funcionários da companhia aérea que estarão em contato com o animal e receita do médico veterinário indicando a quantidade de tranqüilizante ministrada ao animal.

Regras para o transporte de animais


Enquanto algumas empresas permitem que os passageiros embarquem com seus animais na cabine como “bagagem de mão”, outras só permitem aos mesmos viajar nos compartimentos de carga. Aqui vão algumas regras que se aplicam em ambos os casos:
- reservas: as taxas variam normalmente entre US$50,00 e US$150,00 por trecho (o valor das taxas é normalmente baseado no peso do animal ou excesso de bagagem), com a cobrança de taxas adicionais para viagens internacionais ou embarque de animais pesados.
- caixa de transporte: a grande maioria das empresas aéreas exige que a caixa de transporte do animal seja pequena o suficiente para caber sob o assento localizado à sua frente, porém, larga o suficiente para que o animal possa se virar, deitar e ficar em pé naturalmente (o tamanho dos assentos varia de empresa para empresa). Essas caixas de transporte também devem ter compartimento fixo para água e ração.



viagens de avião com animais
© istockphoto.com / Gene Chutka
A caixa de transporte deve caber sob o assento localizado à sua frente

- restrições de idade: filhotes muito novinhos de cães e gatos não conseguirão embarcar. A grande maioria das companhias aéreas exige que estes animais tenham, no mínimo, oito semanas de idade [fontes: American Airlines, Frontier - em inglês].
- movimentação: você pode tirar o cinto de segurança e se movimentar pela cabine, mas o seu animal de estimação terá que permanecer todo o tempo dentro da caixa de transporte. As companhias aéreas exigem que os animais permaneçam dentro das caixas durante todo o tempo de voo, bem como quando o avião está estacionado, taxiando ou ainda enquanto os passageiros estão na sala de embarque. 

Empresas aéreas brasileiras

Confira as regras para transporte de animal observadas nas principais companhias aéreas que operam no Brasil:
TAM – Para embarque na cabine, o peso total do animal com a caixa de transporte não pode ultrapassar 10 kg. Não são aceitos animais na primeira classe em voos internacionais. Taxa: é cobrada uma taxa de R$ 90,00 (noventa reais) + (peso da caixa e do animal multiplicado pelo correspondente a 0,5% da tarifa cheia, do trecho a ser voado) (fonte – TAM).
GOL – Os animais só podem ser transportados no compartimento de bagagem e devem pesar até 30 kg. Taxa: R$ 70,00. Há limite de dois animais por voo (fonte – GOL). 

  
Voando com animais de serviço

Se o cão bonitinho que está na sua frente na linha de segurança estiver usando um colete, não toque. Tal colete (arnês - colete no qual se encaixa uma alça metálica que une o cão à pessoa e que permite perceber com exatidão os movimentos do cão) geralmente usado em cães-guia, significa que o cão está trabalhando.
Pôneis-guia
Pôneis podem servir de guia para cegos tanto quanto os cachorros. Eles são excelentes guias uma vez que são calmos, não se distraem com facilidade, vivem bastante e raramente são vistos como animais de estimação (frequentemente as pessoas acreditam que os cães-guia são apenas animais de estimação). Eles também são permitidos em aviões. Cheque com a companhia aérea sobre a regulamentação existente para animais não tradicionais de serviço [fonte: Guide Horse - em inglês].

Esse cão pode embarcar e curtir a viagem bem ao lado de seu dono no avião. As companhias aéreas são obrigada por lei a permitir que esses animais entrem em seus estabelecimentos e aviões.


viagens de avião com animais
© istockphoto.com / Adam Dodd
Cão-guia trabalhando
De acordo com a Americans with Disabilities Act, entidade que regula o direito dos cidadãos com deficiência nos Estados Unidos, animais de serviço são animais treinados individualmente e que se especializam em determinadas formas de assistência:

- cães-guia para cegos;
- cães-guia para surdos (hearing dogs);
- cães que puxam cadeira de rodas;
- outros animais, como macacos, que executam tarefas similares.

Animais de serviço são permitidos nos aviões e não há cobrança de taxas. Apesar de seu animal poder acompanhá-lo, você poderá encontrar algumas dificuldades no caminho, tais como:
- identificação: a grande maioria das empresas aéreas exige um colete que identifique que este é um animal de serviço. Você também poderá precisar de um Certificado de Identificação do Animal e um atestado de saúde e certificado de vacinação contra raiva. Em quase todos os casos, eles pedirão que você confirme verbalmente que se trata de um animal de serviço. “Garantia verbal” é geralmente definida como uma explicação do quê o animal faz, como ele o assiste ou ainda onde foi treinado.
- regras internas de voo: geralmente é solicitado que o seu animal de serviço não bloqueie o corredor ou as saídas de emergência.
- quarentena: aterrisar em outro país pode deixar o seu animal de quarentena. Cheque com a companhia aérea para saber qual a regulamentação do país de destino. Até o ano 2000, o Havaí era um problema para os animais de serviço que desembarcavam de aviões.
Você pode pensar que animais de serviço são apenas para pessoas com deficiência física, mas existem também os animais de companhia.

Voando com animais de companhia

Alugue um animal de estimação
No Japão as pessoas estão se rendendo aos benefícios de gastar tempo com animais de estimação. No centro de Tóquio, o café Já La La oferece um “gato de companhia” por cerca de US$ 10 por hora. Se você não é fã de gatos, as empresas podem encontrar para você, besouros, furões, cachorros ou coelhos. Mas a tendência vai além dos animais de companhia. Logo, logo as empresas estarão alugando para você um pai, um parente ou até mesmo um marido [fonte: BBC - em inglês]
As pessoas geralmente ficam calmas na companhia de um cão ou gato de estimação, então não é de se surpreender que esses animais estejam sendo usados atualmente no campo da saúde mental como uma forma de tratamento.

A maioria das empresas aéreas inclui esses animais em seus guias de viagens como sendo animais de companhia. Eles podem ser:

- cachorros
- gatos
- papagaios
- macacos

Normas e regulamentos referentes a esses animais podem variar entre uma empresa aérea e outra. Enquanto algumas tratarão o animal como um animal de serviço, outras podem colocar empecilhos se você não apresentar uma deficiência física.


viagens de 
avião com animais
© istockphoto.com / Tony Campbell


De uma maneira geral, você terá que apresentar:

- documento por escrito de um médico veterinário indicando a finalidade do animal, incluindo os benefícios do relacionamento com o animal (normalmente o documento tem prazo de validade);
- documento que prove que o médico veterinário é habilitado para tal;
- documento que prove que você ainda recebe cuidados médicos;
- documento de identificação do animal, além dos atestados de saúde e comprovante da vacinação contra raiva.   

Regras para as diferentes raças de cães

Para viajar com determinadas raças de cães é preciso planejar aas férias com base na previsão de tempo.
Cachorros da raça Pug assim como outros que possuem o mesmo tipo de focinho curto não são autorizados a embarcar se a temperatura estiver acima de  23º C. A companhia United Airlines não permite que algumas raças embarquem no compartimento de cargas ou junto com os donos em qualquer momento entre 1º de junho e 30 de setembro.


viagens de avião com animais
© istockphoto.com / Mark Coffey
Cachorros da raça Pug não podem embarcar se o tempo estiver muito quente
As raças que se enquadram nessa categoria são:
- American Bulldog (Bulldog Americano)
- American Staffordshire Terrier
- American Pit Bull Terrier
- Boston Terrier
- Boxer
- Brussels Griffin
- Bulldog
- Chinese Pug (Pug Chinês)
- Chow Chow
- Dutch Pug
- English Bulldog (Bulldog Inglês)
- English Toy Spaniel
- French Bulldog (Bulldog Francês)
- King Charles Spaniel
- Lhasa Apso
- Japanese Boxer
- Japanese Pug
- Japanese Spaniel
- Mastiff (todas as raças)
- Pequinês
- Pit Bull
- Pug
- Shar Pei
- Shih Tzu
-  Staffordshire Bull Terrier
- Tibetan Spaniel [fontes: Delta, American Airline]
A preocupação com o calor não se limita apenas aos cães. Alguns gatos também não podem embarcar quando a temperatura está muito elevada. A companhia aérea Delta não permite que gatos abaixo embarquem quando a temperatura está acima dos 21º C:
- Burmês
- Exótico
- Himalayan
- Persa
Pode ser que você não encontre essas restrições nos sites das empresas aéreas, então o melhor que se tem a fazer é ligar para a companhia antes de começar os preparativos para a viagem.

Fonte.: Como Tudo Funciona

13 de dezembro de 2009

Chocolate é venenoso para cães ???

Você talvez já tenha ouvido falar que o chocolate mata cachorros. Isso faz sentido? Se eu posso comer chocolate, por que meu cachorro não pode?
Os cachorros e as pessoas são diferentes em várias coisas. Por exemplo, os cachorros podem correr na neve o dia inteiro descalços e isso não lhes traz nenhum problema. As pessoas, por outro lado, podem correr descalças na neve por 30 segundos antes de o pé começar a doer. E há várias outras diferenças.
Acontece que um composto químico chamado teobromina, existente no chocolate, é um problema para os cachorros. A teobromina é semelhante à cafeína. De acordo com esta página (em inglês), a teobromina é tóxica para um cachorro quando ele ingere de 100 a 150 mg por quilograma de seu peso corporal.
Tipos diferentes de chocolate contêm quantidades diferentes de teobromina: embora fossem necessários 600 ml de leite achocolatado para matar um cachorro de nove quilos, uma quantidade de apenas 56 gramas de chocolate Baker's ou 170 gramas de chocolate amargo já seriam suficientes para levar esse mesmo cachorro desta para melhor. Não é difícil para um cachorro achar uma cesta cheia de ovos de Páscoa ou docinhos de chocolate e devorar meio quilo ou um quilo de uma vez só. Se estivermos falando de um cachorro pequeno, isso será letal.
O fato é que envenenamento por chocolate não é tão incomum quanto parece. Para um ser humano, a cafeína é tóxica em níveis de 150 miligramas por quilograma de peso corporal. O mesmo vale para cachorros! Nós geralmente pesamos muito mais do que cachorros, mas não é tão difícil crianças pequenas terem problemas com cafeína ou chocolate se exagerarem na dose. Os bebês são especialmente vulneráveis porque não eliminam a cafeína da corrente sangüínea tão rapidamente quanto os adultos. Assim, se você suspeitar que seu cão comeu uma quantidade excessiva de chocolate, é melhor procurar um veterinário.
Fonte: UOL bichos

24 de novembro de 2009

Latidos excessivos - como resolver o problema

Resolvendo o problema
É importante que, antes de se tentar resolver o problema por contra própria, consulte-se um médico veterinário especialista em Comportamento Animal. Afinal, para que haja sucesso no tratamento, é imprescindível o conhecimento de um profissional apto. Ele avaliará não só o problema dos latidos, mas o animal como um todo. Seus comportamentos habituais, temperamento, relacionamento familiar (socialização) e, principalmente, o ambiente onde vive.
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Usualmente dito dentro da medicina humana ou veterinária, é cabível o uso do clichê “cada caso é um caso”. Assim, dependendo, por exemplo, da duração do problema, mais de um tipo de latido excessivo pode estar ocorrendo e diversas podem ser as motivações do animal para desencadear o comportamento. Avaliando por outro aspecto, em se tratando de um cão mais idoso (e.x. 11 anos) que recentemente manifestou o problema, deve-se desconfiar de uma alteração neurológica relativa à senilidade. Já um cão jovem que late em excesso somente na ausência do dono, pode estar sofrendo de ansiedade decorrente da separação.
Em ambos os casos, o médico veterinário solicitará exames laboratoriais que antecederão a terapia, através de medicamentos. Concomitantemente, irá avaliar e recomendar modificações no ambiente, ale de técnicas de modificação comportamental.
Geralmente, depois de definidas as principais motivações do problemas (por exemplo: chamar atenção, defesa de território, proteção à pessoas, medo, ansiedade, solidão, brincadeira, trabalho, facilitação social senilidade); o especialista recomendará o tratamento adequado.
As principais medidas gerais são:
- Promover/aumentar atividade física do cão;
- Promover/aumentar estimulação mental ao cão, principalmente nos horários onde os latidos são mais excessivos;
- Recompensar o cão (através de elogios, carinho e até petiscos), quando está quieto;
- Não punir latidos. (E sim, utilizar equipamentos para interrompê-los de forma despersonalizada, tais como coleiras anti-latido).
- Não oferecer brinquedos, petiscos, carinho ou até conversa; na tentativa de acalmar o cão que late excessivamente.
As principais medidas específicas dependerão de:
- Quais as motivações para desencadear o problema que já foram definidas pelo profissional.
- Por exemplo, Caso 01: latidos excessivos em decorrência de territorialidade. Deve-se tentar também diminuir as chances de defesa de território; mantendo as cortinas fechadas, de modo que o cão não perceba a aproximação de estranhos.
- Caso 02: situação de ansiedade. Trabalhos de relaxamento, através de massagens e prática de exercícios de atenção, serão ferramentas valiosas.
- Caso 03: latidos excessivos em decorrência de excitação. Deve-se ensinar ao cão comportamentos alternativos (ex: sentar, deitar), incompatíveis com o latido. Tais comportamentos serão solicitados ao cão em situações de excitabilidade.
Apesar de diversas possibilidades de tratamento, latidos excessivos constituem um problema comportamental bastante difícil de ser extinto.
Fonte: http://www.clubeshihtzu.com.br/todas/materias/latidos-excessivos-como-resolver-o-problema 

12 de novembro de 2009

Deixe seu cão feliz: enriquecimento alimentar, ocupacional e cognitivo

O Enriquecimento Alimentar

Acrescentar desafios à refeição é proporcionar mais diversão ao cão. Esse é um enriquecimento muito eficiente e prático.

Sabor de Conquista

- Esconda a comida: em vez de servir ração num único comedouro, distribua-a em diversos potes menores e esconda-os em diferentes pontos da casa. Deixe o cão encontrá-los para comer.
- Ofereça alimentos “empacotados”: sirva a ração pondo-a alternadamente dentro de uma caixa de cartão vazia – pode ser de leite, de cereais matinais ou de pizza - e deixe o cão se divertir destruindo-a e comendo o conteúdo (lembre-se que haverá pedaços de caixa para recolher). Supervisione no começo. A brincadeira não é adequada para cães que engolem o cartão.

Enriquecimento Ocupacional

Ter o que fazer é tudo o que o cão precisa para não se tornar incômodo.
Roer: alivia a tensão
Roer: alivia a tensão
- Dê objetos para roer: mastigar e roer exercita os músculos da mandíbula, alivia tensões e distrai o cão. Ofereça objetos para esse fim, como ossos de nylon ou naturais, casca de coco verde, etc. Há cães que se divertem abocanhando um pneu velho deixado no chão. Uma simples caixa de papelão pode proporcionar bastante diversão (retire eventuais grampos e demais itens de metal). O interesse pode ser aumentado com recompensas postas nas partes ocas desses objetos. Por exemplo, ração pastosa no oco de um osso, deixando a mistura no congelador por 24horas; pedacinhos de petisco nas frestas de um osso de couro; guloseimas na parte interna do pneu. Objetos para roer e destruir não são recomendados para cães que vivem em grupo – podem causar disputas e agressividade;
- Pendure um objeto para ser agarrado: pendure uma corda presa com elástico resistente de modo que faça um efeito vai-e-vem quando o cão puxa e solta. O Brinquedo Home Alone (http://tinyurl.com/puxador) desempenha esse papel. Ou pendure um peneu velho para o cão agarrar e se pendurar (certifique-se de que agüenta o peso do cão).
- Instale uma portinhola: permita ao cão, que tem acesso ao interior e interior da casa, variar o ambiente sempre que quiser.
Providencie uma área livre para cavar: se o cão gosta de cavar, faça uma caixa de areia ou encha uma piscina infantil rasa com areia. Para tornar a escavação mais divertida, enterre vegetais ou frutas, como melão, maça, alface, abóbora, melancia, cenoura e salsão.

Problemas por falta de estímulos

A vida pobre em estímulos é responsável por diversos possíveis desvios comportamentais
- Agressividade;
- Ansiedade: agitação, destrutividade (roer móveis, objetos ou estragar o jardim), urinar ou defecar fora do lugar habitual;
- Apatia ou depressão;
- Automutilação: lambedura excessiva de uma ou mais patas, principalmente as dianteiras, ocasionando feridas, e mordedura das patas ou da calda;
- Busca exagerada por atenção: cães que andam o tempo todo atrás do dono, pedindo carinho ou trazendo brinquedos;
- Desordens alimentares;
- Desordens compulsivas: perseguir sombras, aves, moscar, brilhos, etc;
- Excesso de energia acumulada;
- Fobias;
- Latidos em excesso.
- Ofereça um local para o cão se molhar: se ele gosta de água, encha uma piscina infantil. Para tornar mais atraente, ponha algo flutuante como brinquedos, petiscos, pedaços de cenoura ou uma maçã inteira. Supervisione enquanto cão se diverte. Instale a piscina em local não acessível livremente pelo cão, para evitar acidentes. Se o cão gostar de água e de cavar, alterne semanalmente água e areia. Uma boa opção para oferecer atrações flutuantes é usar um balde.
- Dê-lhe um bicho de pelúcia: ter um objeto como uma bola ou um bichinho de pelúcia ajuda muitos cães em diversas situações, como por exemplo, quando não estão entendendo a comunicação com seus donos ou quando sentem-se amedrontados ou ansiosos. Cuidado com cães dominantes e possessivos – eles podem usar esses objetos para reforçar a dominância perante os donos. E atenção com pequenas peças, como olhos e ponta do nariz. Devem estar firmemente fixadas,. Depois de o objeto ficar “velhinho” ou sujinho, substitua-o gradativamente por outro semelhante.

Enriquecimento cognitivo

Aqui você estimula a mente o cão
Treinar com reforços positivos: excelente enriquecimento
Treinar com reforços positivos: excelente enriquecimento
- Treine comandos e truques com o cão: o cão interage, se diverte e ganha prêmios. Um canal de comunicação é aberto com o animal, ele se torna melhor adaptado ao convívio humano, cumpre tarefas e sua memória é trabalhada. Nas aulas, ele ainda tem contato com outros cães e pessoas e aprende que você está no comando. Para os comandos não serem esquecidos, incorpore-os nas atividades diárias. Por exemplo: só sirva a comida depois de ele obedecer o “senta” ou “deita”, comande “fica” antes de ir pegar a coleira para passear, etc. O treinamento por reforços positivos é considerado um excelente enriquecimento ambiental.

Para detectar gostos e afinidades do seu cão

Por meio de observação e de interações sociais e de brincadeiras controladas por um adulto supervisor, é possível conhecer as preferências do cão. Pode-se também fazê-lo “escolher” seus lugares preferidos, como o que ele mais gosta para descansar.
- Desafie-o com brinquedos contendo petiscos: essa é uma maneira divertida de alimentar o cão, inclusive de oferecer a ele toda a porção de ração que come durante o dia. Pode-se usar uma garrafa pet (remova antes eventuais anéis de plásticos) ou brinquedos especiais para este fim. Para experimentar a garrafa, comece fazendo oito buracos nas laterais, com faca ou objeto quente (evita que pontas cortem a boca ou língua do cão). Estude o tamanho dos buracos. Se forem grandes demais, sairá ração em excesso (o cão rapidamente acabará com a brincadeira), se pequenos demais, os grãos de ração não sairão (a frustração levará o cão a desistir). Quanto aos brinquedos, há modelos para por ração seca ou petiscos, como o Puga, da Buddy Toys, o Cubo (Buster Cube) e a bola Roll-A-Treat. Existem ainda outros modelos em tinyurl.com/cognitivos. No mais conhecido deles, o Kong, pode-se misturar ração seca com comida pastosa ou em lata (úmida), para o cão retirar alimento de dentro do brinquedo com a língua. Quando ele fizer isso facilmente, deixe o brinquedo já recheado no freezer por uma noite, para aumenta a dificuldade. No início, é bom facilitar o uso de todos esses brinquedos. Pode-se, ainda, estimular o cão colocando manteiga de amendoim ou queijo cremoso próximo ao local de onde sai a comida. Depois, aos poucos, aumenta-se o grau de dificuldade, para entreter o cão por mais tempo.
Fonte: Revista Cães & Cia
http://www.clubeshihtzu.com.br/todas/materias/deixe-seu-cao-feliz-enriquecimento-alimentar-ocupacional-e-cognitivo

Shih Tzu - Cuidados do dia-a-dia

O Shih tzu assim como outras raças peludas precisam de alguns cuidados especiais que podem ser mensais à diários, confira.

Escovando a Cabeleira

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 (Foto: Reprodução Clube Shih Tzu)
Caracterizado pela pelagem densa e composta por pêlo (camada externa) e subpelo (camada interna), o Shih Tzu, se mantido com a vasta cabeleira comprida, precisará de escovações freqüentes, de preferência diariamente ou, pelo menos, dia sim, dia não. Do contrário, haverá formação excessiva de nós e desembaraçá-los, além de penosa para o cão, pode nem ser possível, o que significa ter de cortar as mechas mais emboladas. As sessões de escovação duram ao redor de 20 minutos, e o melhor é habituar o cão a elas desde filhote. Outra opção, menos trabalhosa, é deixar o Shih Tzu com a pelagem aparada. Se a tosa adotada for a chamada tosa-filhote, na qual o comprimento dos pêlos tem aproximadamente de cinco a dez centímetros, a freqüência das escovações pode ser reduzida a uma ou duas vezes por semana.

Limpando as orelhas

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O mais aconselhado é que seja feita toda semana e há produtos
específicos para isso (Foto: Reprodução Clube Shih Tzu)
Para diminuir o risco de surgirem as famosas otites (inflamações de ouvido), só há um caminho: limpeza regular. O mais aconselhado é que seja feita toda semana. Há produtos específicos para isso. Lembre-se de que uma limpeza malfeita pode ferir o cão. Portanto, informe-se sobre como executá-la ou deixe-a a cargo de quem domina a técnica. Como o Shih Tzu tem muitos pêlos dentro dos ouvidos, também é indicado retirar parte deles. Do contrário, sujeira e umidade se acumulam mais facilmente no local, favorecendo o aparecimento das inflamações. Em geral, a remoção desses pêlos não precisa ser feita com muita freqüência: a cada dois meses costuma ser eficiente. Antes de arrancá-los, para que o cão não sinta dor, é necessário amolecê-los, o que, em geral, é feito colocando um pequeno punhado de uma substância em pó, disponível no mercado para essa função. Em seguida, segure o chumaço de fios e puxe-o com firmeza. Na dúvida, também deixe essa missão para quem tem experiência no assunto. Afinal, ninguém quer machucar o próprio mascote e, caso ele se traumatize com a primeira experiência, talvez não seja fácil convencê-lo a se submeter às próximas.

Condicionando o físico

A raça não exige grandes doses de atividade física para viver saudável e feliz. Caracterizado pela cana nasal curta, o que não colabora para a boa capacidade respiratória, e pela vasta pelagem, o que raramente o faz sentir calor, o Shih Tzu nem é muito afeito a praticas esportivas. E é capaz de satisfazer sua reduzida necessidade de atividade até mesmo em ambientes pequenos. Andar e brincar pela casa já representam exercício suficiente para ele. De qualquer forma, passear é sempre um passatempo rico em estímulos visuais, auditivos e olfativos. Portanto, se possível, mantenha-o na rotina do cão. Mas não exagere na dose. Caminhar cerca de meia hora por dia, em horários em que o sol não esteja forte, está de bom tamanho para um cãozinho de luxo como esse.

Cortando as unhas

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Cuidado, no entanto, para não atingir os vasos sanguíneos presentes
nas unhas caninas, especialmente as unhas pretas, onde não é possivel
enxergar os vasos. (Foto: Reprodução Clube Shih Tzu)
Como freqüentemente acontece com os ditos cãezinhos de luxo, em geral mantidos boa parte do tempo em ambiente interno e em pisos não ásperos, as unhas do Shih tzu tendem a não se desgastar naturalmente. Nesse caso, será preciso apará-las, cortando-as ou lixando-as – uma vez por mês costuma ser suficiente. Cuidado, no entanto, para não atingir os vasos sanguíneos presentes nas unhas caninas. Se isso ocorrer, há risco de hemorragia e necessidade de estancá-la. Para donos menos ousados, o conselho é deixar a questão para gente do ramo, como veterinários, criadores ou profissionais de banho e tosa.

Tratando os olhos

Por ter o globo ocular grande, levemente saliente e rodeado por abundante pelagem, os olhos do Shih Tzu são naturalmente mais expostos ao contato com agentes externos, a exemplo dos próprios pêlos que os circundam. Isso não só resulta num lacrimejamento mais intenso que o da maioria das raças como também numa particular tendência a inflamações locais. Para minimizar a possibilidade de ocorrerem, mantenha a região livre de pêlos compridos, prendendo-os ou cortando-os, e limpe periodicamente ao redor dos olhos. O ideal é que essa limpeza seja feita, pelo menos, duas vezes por semana. Use algodão embebido em soro fisiológico ou em água filtrada. A boricada, de acordo com alguns especialistas em oftalmologia, quando usada com freqüência, pode inflamar a vista, porque contém boro, substância irritante.

Tosa Higiênica

As chamadas raças de pêlo, jargão cinófilo para cães de pelagem densa e longa, se mantidas com o traseiro peludo, costumam ter o inconveniente de sujar a região com as próprias fezes. Portanto, se a idéia é ficar livre da freqüente necessidade de lavar a ‘bundinha’ do seu pet, o melhor é aparar bem curta a pelagem da região, especialmente ao redor do ânus. A dica, embora ainda mais útil para exemplares mantidos com a cabeleira longa, vale para praticamente qualquer penteado que você adote para seu Shih tzu, até mesmo para os ‘looks’ curtos, como a tosa-filhote.
Fonte: Revista Cães & Cia
http://www.clubeshihtzu.com.br/todas/materias/shih-tzu-cuidados-do-dia-a-dia

Os principais problemas de saúde da raça Shih Tzu

Atenção à saúde do seu Shih Tzu. Conheça os males considerados típicos do Shih Tzu e saiba também como diagnosticá-los e, quando possível, como preveni-los e tratá-los.
Veja com estes problemas a importância na hora de escolher o filhote, avaliar os pais, as consequências de acasalamentos mal planejados e porque o padrão da raça é importante.

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Atrofia Progressiva da Retina

Descrição: Doença hereditária que leva o cão à cegueira. Em geral, se manifesta quando ele tem a partir de 4 anos de idade.
Sintomas: Primeiro, o cão começa a dar sinais de não enxergar bem à noite, por exemplo colidindo em objetos ou relutando em sair para passear. Depois, passa a não enxergar direito até durante o dia.
Conseqüências: Perda gradual e total da visão.
Prevenção: Submeter o cão a exame clínico que detecta o mal antes que manifeste sintomas. Isso possibilita afastar os portadores da procriação, evitando a disseminação da doença.
Tratamento: não há.

O Shih Tzu perfeito tem:


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1- Cabeça larga, redonda, apresentando boa barba e bigode e com pêlos do topo amarrados.
2- Olhos grandes, escuros, bem separados um do outro e não proeminentes. Quando o cão nos olha de frente, o branco dos olhos não deve ser visível.
3- Mordedura levemente prognata. Isso é, os incisivos (dentes da frente) inferiores fecham-se imediatamente adiante dos incisivos superiores.
4- Orelhas de bom comprimento, portadas pendentes, inseridas ligeiramente abaixo da linha superior do crânio e revestidas por densa pelagem.
5- Stop (região de encontro entre a testa e o focinho_ definido.
6- Focinho largo, quadrado, curto (medindo aproximadamente 2,5cm do nariz ao stop), com linha superior reta ou levemente inclinada para cima.
7- Nariz (trufa), na maioria dos casos, preto; embora, em cães de pelagem fígado ou manchada desta cor, aceite-se que seja marrom.
8- Pescoço bem proporcionado, levemente arqueado e comprido o bastante para que a cabeça seja portada orgulhosamente.
9- Altura na cernelha de não mais que 26,7cm.
10- Peito largo, atingindo a altura do cotovelo.
11- Antepeito desenvolvido o suficiente para manter as pernas dianteiras devidamente afastadas.
12- Pernas anteriores curtas, musculosas, com boa ossatura e tão retas quanto possível.
13- Pés redondos e parecendo grandes devido à vasta pelagem.
14- Peso de 4,5 a 8,1 Kg, sendo o ideal de 4,5 a 7,3 kg
15- Pelagem longa, densa e com bom subpelo. Uma ligeira ondulação é permitida.
16- Corpo com formato o mais quadrado possível.
17- Linha superior reta e paralela ao solo.
18- Cauda inserida alta e portada sobre as costas.
19- Pernas posteriores retas, curtas, musculosas e com boa ossatura.
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20- Todas as Cores são admitidas; nos exemplares particolores (aquelas que mesclam branco com outra cor), é desejado que a ponta da cauda e uma listra na testa sejam brancas. Nas cores sólidas como o preto e o chocolate (fígado) a trufa (nariz) pode ser da cor do cão, aceitando-se o marrom na cor fígado.
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Fonte: Revista Cães & Cia
http://www.clubeshihtzu.com.br/todas/materias/o-shih-tzu-perfeito

Shih Tzu - Cortes e penteados




28 de outubro de 2009

Shih Tzu - porque ocorre e como tratar seu problema de lágrimas

Cromodacriorreia ou lágrima marrom.
Problemas quase inofensivos com o canal lacrimal.

Sempre que a lágrima escorre por fora do canal lacrimal, pelo focinho, haverá umidade da região abaixo dos olhos e uma mancha marrom, a qual, em animais de coloração clara nessa região, deixa bem evidente essa pigmentação castanha, nada estética, porém praticamente inofensiva.
Veja o problema em uma Shih Tzu tosada - a lágrima drenada por fora da via lacrimal natural, pela superfície da pele, causa umidade na região abaixo dos olhos. (Reprodução: Clube Shih Tzu Brasil)
Veja o problema em uma Shih Tzu tosada - a lágrima drenada por fora da
via lacrimal natural, pela superfície da pele, causa umidade na região abaixo
dos olhos.
A via lacrimal inicia-se na região ocular e desemboca na cavidade no nariz e, em algumas raças, na boca. Na região ocular existem 2 entradas para a lágrima, chamadas de pontos lacrimais inferior e superior, localizadas na junção da mucosa com a pele das pálpebras inferiores e superiores, no canto interno do olho. Elas se unem internamente, formando o ducto nasolacrimal para, então, desembocar na narina e na boca.
A lágrima drenada por fora da via lacrimal natural, pela superfície da pele, causa umidade na região abaixo dos olhos, facilitando a proliferação de bactérias não patógenas, porém capazes de produzir secreção fétida de coloração escura.
Ao contrário do que dizem, a lágrima não é ácida, tem pH neutro adequado para sua localização ocular. Porém, um de seus componentes é a lactoferrina que, quando acumulada, pode levar a uma coloração escura.
Juntando estes dois mecanismos de formação de pigmento escuro é que chegamos à cromodacriorreia (“lágrima marrom”). As raças mais acometidas são as toys (Poodle, Maltês, Bichon Frise etc.) e as braquicefálicas (Pug, Boxer, Bulldog Inglês, Bulldog Francês, Shih Tzu, Persa etc.)
O tratamento consiste em eliminar a causa do lacrimejamento excessivo ou do desvio da drenagem da lágrima. Para a maioria dos casos existe correção cirúrgica definitiva. Em outros casos, ou quando se opta por não realizar a cirurgia, existem algumas dicas de manutenção:
• evitar lavar diariamente a região;
• manter a região bem seca com gaze, paninho limpo ou lenço de papel;
• massagear o canto dos olhos diariamente para evitar entupimento na ponta lacrimal;
• aplicar pó de maisena na região abaixo dos olhos para conter a umidade e
• manter o pelo dessa região bem aparado.
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Se, com todos esses cuidados, ainda assim você notar a região abaixo dos olhos úmida, mesmo sem a mancha marrom, procure o oftalmologista veterinário para sondar o canal lacrimal, depilar os cílios que estão produzindo o excesso de lágrima ou identificar a causa de base.
Jorge da Silva Pereira é médico veterinário especializado em Oftalmologia.
Por: Jorge da Silva Pereira
Fonte: Revista Pequenos Cães

27 de outubro de 2009

Dilemas da Alimentação !!!

A base da alimentação dos cães deve ser uma ração de boa qualidade. As rações industrializadas tendem a ser a melhor e mais completa forma de alimentação para o seu cão. Existem no mercado rações que contemplam todas as necessidades de nutrientes do seu cão e a adição de complementos, como por exemplo cálcio ou vitaminas, não são mais necessários. Existe também uma variedade enorme de produtos, que visam a atender as diversas fases de vida do animal (rações específicas para filhotes, cães adultos, cães obesos, cães com alergias, etc.) Por todas estas características, não há necessidade de complementar a alimentação com comida caseira.
  • As rações são mais práticas, mais fáceis de conservar, armazenar e transportar.
  • Não há a necessidade de prepará-las; elas podem ser oferecidas secas. Caso você a umedeça com água ou leite, não a deixe no prato por muito tempo, pois ela fermentam e pode fazer mal ao seu animal. Para os filhotes deve ser oferecido ração específica para eles, cuja formulação leva em conta as suas necessidades nutricionais que são diferentes das dos adultos.
  • Frutas e legumes podem ser dados à vontade.
  • Evite dar pão fresco, doces, peixe com espinhas, ossos de frango, carne de porco, batata e feijão.
  • Cuidado com leite de vaca, pois ele pode causar diarréia em alguns cães.
  • Filhote deve receber 4 refeições por dia. Quando adulto receberá apenas 2.
  • Não deixe sua refeição exposta por mais de 30 minutos. Habitue-o a comer no momento em que é servido.
  • Sempre vale lembrar que os preços variam muito, mas existem boas rações com preços razoáveis (lembre-se que uma boa ração precisa de menores quantidades para alimentar bem o seu cão e pode te economizar um bocado de dinheiro em remédios mais tarde).
  • Consulte o seu veterinário para poderem juntos determinar qual é a melhor ração para o seu cão.
Fonte: http://www.dogtimes.com.br/MMsaude.asp

Os 10 mandamentos do cão !!!

OS 10 MANDAMENTOS


1. Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação será muito dolorosa para mim. Dog29.jpg (2578 bytes)
2. Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim.
Dog16.jpg (7639 bytes) 3.
Tenha confiança em mim. É fundamental para o meu bem-estar.

4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.
5. Fale comigo de vez enquando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem seu tom de voz e sinto o que você está me dizendo. Isso ficará gravado em mim para sempre. Dog19.jpg (4107 bytes)
Dog13.jpg (7700 bytes) 6. Antes de me bater, lembre sempre que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que nunca vou usá-los em você.
7. Antes de me censurar por estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte antes se não há alguma coisa me incomodando. Talvez eu não esteja me alimentando bem. Posso estar resfriado. Ou também meu coração que está ficando velho e cansado. Dog12.jpg (3534 bytes)
8. Cuide de mim quando eu ficar velho; você também vai ficar.
9. Dog11.jpg (4030 bytes)Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos.
Nunca diga "prefiro não ver" ou "faz quando eu não estiver presente".

10.
Dog10.jpg (3675 bytes)Tudo é mais fácil para mim com você do meu lado.
Revista "MELHOR AMIGO"

26 de outubro de 2009

Dicas de filmes !!! Hachiko a dog's story ...

Hachiko era um Akita que pertencia a um professor universitário, chamado Eizaburo Ueno, que morava em um subúrbio de Tokyo, perto da estação de Shibuya. Todas as manhãs Hachiko acompanhava seu dono no percurso de casa à estação de trem, voltando no final da tarde para acompanhá-lo na volta para a casa.
No dia 21 de maio de 1925, Hachiko, que tinha tinha apenas um ano e meio, estava na estação como de costume esperando seu dono chegar no trem das 16 horas. Porém, naquele dia o Professor Ueno não voltou, porque tinha sorfrido um derrame fatal na Universidade.
Após a morte do Professor, seus parentes e amigos passaram a cuidar do cão, mas Hachiko continuava indo todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho. Muitos anos se passaram e mesmo com dificuldades para andar em decorrência de problemas de saúde, Hachiko mantinha sua rotina diária à estação. Sua vigília durou até o dia 7 de Março de 1934, quando já com 11 anos e 4 meses foi encontrado morto no mesmo lugar onde esperou pelo seu dono por tantos anos.
A memória de Hachiko foi imortalizada em uma pequena estátua de bronze colocada na estação de Shibuya, local onde ele morreu.
Durante a 2ª Guerra Mundial, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, incluindo a de Hachi-Ko. Em 1948 o filho do escultor da estátua original foi contratado para criar uma réplica dessa estátua, que foi colocada no mesmo lugar da anterior e atualmente, todos que passam pela estação de Shibuya em Tokyo podem ver a imponente estátua de Hachiko, eternizando uma das maiores paixões de um cão por seu dono e atestando a incrível lealdade da raça.
Fonte: Dog Times


A história original de Hachiko foi contada em um filme japonês de 1987, chamado Hachiko monogatari. A versão americana (Hachiko: a dog’s story), com Richard Gere, transpôs o drama para 0,,26996623-EX,00 Rhode Island. A sua estréia no Japão se deu em 08 de agosto de 2009. Nos Estados Unidos, o filme foi exibido nos dias 13 e 14 de junho, no Festival de Cinema Seattle International Film Festival. No Brasil, o filme será distribuído pela Imagem Filmes e tem lançamento previsto para o Natal, dia 25 de dezembro de 2009. Teve sua pré-estréia no Brasil no dia 29 de setembro de 2009, sendo um dos filmes do Festival do Rio.





  • Este trailer é do filme japonês de 1987 - Hachiko monogatari

23 de outubro de 2009

Como escovar os dentes do seu cão

 
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